Cada dia que vamos vivendo, acreditamos que o dia seguinte será melhor, com mais paz e amizade entre as pessoas, onde não há mais lugar a discórdias e zangas, onde se possa usufruir das coisas boas que temos. Não custa nada aprender a viver num mundo onde a nossa liberdade acaba onde começa a o outro, onde as boas práticas e costumes são respeitados. Parece complicado mas não o será, desde que todos queiramos que aconteça. Basta nós queremos.O tempo passa, e com ele também nós vamos passando, dentro de algum tempo apenas resta a nossa memória, seja por textos deixados em livros, revistas, jornais ou em sites, alguma ou outra fotografia e certamente nalgum acto ou acção mais altruísta em benefício de algo comum, seja ele político, religioso ou simplesmente a pensar no bem-estar das populações.
As nossas obras, feitos ou seja lá o que for de mais eloquente se encarregará de nos perpetuar ou não na história das pessoas ou das localidades. Afinal isto é para já uma pequena passagem, que não justifica as “guerras” quezílias e tormentos que possamos passar ou fazer passar aos outros. Nada justifica que não possamos viver em harmonia com os outros e com a natureza, com as coisas que encontramos e com as coisas que dizemos ser nossas, mas que ficam cá para os outros, sejam descendentes ou não no dia em que partirmos.
Li num livro que todos conhecem, eu li: …“…porque tu és pó e ao pó voltarás….” … Vale a pena o sofrimento que vivemos no dia-a-dia, lutando pela sobrevivência e as vezes sem saber dar o valor às coisas que realmente devemos dar e, e nem damos conta das coisas que nos rodeiam?
Quanta luta, quanto stress, quanto sofrimento passamos ao longo da vida, para depois num dia, numa qualquer hora tudo deixar de existir e de fazer qualquer sentir?
Para as pessoas que são crentes em uma religião, seja ela qual for e independente do seu acreditar e da sua forma de pensar que desde já eu respeito, permita-me dizer que o único desejo aqui expresso é de que apenas nos devemos respeitar mutuamente.
Talvez este pensamento esteja fora do contexto deste espaço que eu reservei para escrever sobre a terra que me viu nascer, mas quem sabe se um dia também me vai ver morrer.
O essencial é que possamos usufruir das coisas belas e simples que a natureza selvagem nos oferece, bem como das coisas que podemos potenciar para vivermos melhor em conforto, comodidade e partilha com outros.
O tempo passa, e se nós tivermos tempo para fazer uma avaliação aos nossos comportamentos e ainda for tempo de corrigir alguns actos ou acções que por alguma razão nos possam incomodar, que o façamos, pois muitas vezes o tempo passa, não damos conta e chegamos ao fim do caminho. Nessa altura já não há tempo!
Muito mais haveria para escrever aqui, mas fica para outra ocasião.

0 comentários:
Enviar um comentário